As diretrizes da alimentação saudável – Parte I

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Todos nós sabemos que as nossas células só podem ser saudáveis se forem bem alimentadas, ou seja, se receberem, em quantidades corretas, todos os nutrientes de que necessitam. Assim, elas não ficarão doentes com tanta facilidade.
Os técnicos chamam nutrientes a todas as substâncias que compõem o cardápio celular: proteínas, gorduras (ou lipídeos), carboidratos (incluindo as farinhas e os açúcares), vitaminas, sais minerais e água. Todos são essenciais e desempenham um papel indispensável para que as nossas células possam exercer suas funções normais.
Também é importante dar atenção à qualidade desses nutrientes. Substâncias tóxicas como as que impregnam as cascas de frutas, excesso de sódio, resíduos de alimentos tostados demais, restos de azeite ou óleo queimado, águas sujas, açúcar em excesso e outros devem ser evitados.
Os cientistas têm constatado que há uma relação entre a escolaridade e a situação econômica das pessoas com a quantidade e qualidade de sua alimentação. No entanto, os hábitos culturais são tão arraigados que se torna muito difícil alterar, modificar ou melhorar os hábitos alimentares. Tem que se fazer um esforço muito grande, mesmo em famílias com boas condições econômicas e conhecimento. Precisamos estar atentos aos nossos costumes, hábitos, rotinas e práticas.
Como é a minha alimentação? Quando vou organizar as minhas refeições sigo algumas diretrizes que garantem a saúde do meu corpo e da minha mente e são oriundas do meu conhecimento cientifico e da minha experiência.
Se quero as minhas células bem alimentadas, tenho que lhes fornecer todos os tipos de bons alimentos; quanto menos restrições existirem, maiores as probabilidades de uma alimentação sadia. A primeira diretriz é, assim, o não radicalismo alimentar; nem muito de um só, nem pouco de alguns. Só evito aqueles aos quais sou alérgica.
Para os indivíduos com muita idade são necessárias algumas adequações. O leite e seus derivados, a carne, ovos, as aves e os peixes são fontes de proteínas e estes nutrientes devem ser aumentados nos idosos porque há perda de massa muscular que só pode ser estancada com a ingestão de proteínas e exercícios e vida ativa. A água deve ser oferecida com frequência porque os idosos perdem a capacidade de sentir sede e correm maiores riscos de desidratação. Os técnicos aconselham os idosos a alimentarem-se com poucas gorduras, pouco sal e pouco açúcar, mas enriquecer as refeições com frutas e legumes variados.
Continua na próxima postagem…

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