Autoconhecimento: um dos pilares do cuidado com a nossa saúde – Parte II

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Continuação da postagem anterior…
O processo do autoconhecimento nunca acaba e todos os dias
tenho algumas pequenas e grandes surpresas comigo mesma. Com a
muita idade, mulheres e homens precisam conhecer-se, apalpar-se e
sentir a existência de nódulos, manchas, regiões com a
sensibilidade alterada, “sinais”, consistências não usuais,
acúmulos anormais de gorduras, “nós” de massa muscular, pontos
doloridos, pontos avermelhados, pústulas, partes ressecadas, o
crescimento de seus cabelos e unhas e outras alterações ou
deformações que merecem nossa atenção e cuidado. Pequenas
variações visuais ou de consistência nem sempre são achados sem
importância; devem ser examinadas, observadas e analisadas para
não se transformarem em grandes encrencas. Periodicamente, faça
uma viagem atenta por todo o seu corpo, observando-o com os olhos
e sentindo-o com as mãos. O médico é o profissional que pode
avaliar qualquer alteração física, pode diagnosticar ou encaminhar
a um especialista.
Sob o ponto de vista mais funcional é aconselhado manter a
atenção para os alimentos adequados, a sua urina, as suas
evacuações, a sua pele e tecidos adjacentes, o seu sono, o que
evitar, o que o cansa em demasia, a quantidade de exercício
adequada para manter e melhorar seu desempenho, os seus horários
biológicos, aquilo que o lhe dá ânimo, vigor e vitalidade e outros
dessa mesma natureza. “Ouça o seu corpo”.
Em mim, eu “escuto” algumas coisas interessantes. Há dias,
sem motivo aparente, senti uma sonolência logo após o jantar;
achei estranho, mas resolvi ir dormir. Acordei de manhã, bem
disposta, leve e pronta para enfrentar um novo dia. Com calma
refleti sobre esse sono, lembrei-me de outros acontecimentos
similares anteriores e desconfiei que sua causa era uma grande

tensão por algumas horas, viver um evento que exigia de mim muita
concentração e muita atenção. Depois de algum tempo de muita
tensão, o sono era um descanso merecido e meu corpo estava
refletindo o efeito dessas horas mentalmente tensas.
Outra coisa interessante que “escuto” do meu corpo, é a
quantidade de alimentação a ingerir. No momento que meu corpo diz
que chega, eu brinco com o garfo, empurro a comida de lá para cá,
disfarço um pouco e não como. Parece que “saber” quanto eu quero
comer é hereditário; encontrei uns apontamentos da minha mãe
dizendo que ficava muito preocupada porque eu, aos 6 meses, não
gostava de comer e que havia dias que passava as 24 horas com
metade de uma bolacha e negava-me a comer mais. Tenho um neto que,
em certo momento da refeição anda com o alimento espetado no garfo
à volta do prato e não come mais nada. Somos os dois muito
saudáveis.

Continua na próxima postagem….

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