As irmãs Bronte

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No mês das mulheres, gostaria de falar um pouco sobre três irmãs escritoras e vanguardistas.
Elas viveram no século XIX na conservadora Inglaterra, e como de hábito naqueles tempos, sofreram preconceitos, foram menosprezadas e subestimadas. Inicialmente escondendo-se atrás de pseudônimos masculinos, e depois com seus próprios nomes escreveram Obras consideradas clássicas e necessárias! Conseguiram através de lindos contos, poesias e romances ter seus nomes gravados na história e na literatura, deixando um legado de força e resistência feminina.
Estou falando das irmãs Brontë: Charlotte, Emily e Anne.
A mais velha Charlotte desenvolveu um mundo imaginário com aproximadamente cem contos, mas o livro que a projetou e que somente após enorme sucesso a fez abandonar o pseudônimo e revelar sua verdadeira identidade foi JANE EYRE.
Esse romance parcialmente biográfico, quebrou paradigmas e através da sua crítica à sociedade, desafiava o destino imposto às mulheres e suas classes sociais na Inglaterra Vitoriana.
Emily Brontë escreveu o clássico O MORRO DOS VENTOS UIVANTES, seu único livro, um dos mais lidos do mundo, porém não recebeu o reconhecimento imediato. Por seus personagens fortes e passionais, não foi bem compreendido à época. Tempos depois aclamado, foi adaptado ao cinema algumas vezes e sua história é atual e eletrizante.
Anne Brontë foi a irmã de menor visibilidade, porém não menos importante. Escreveu A PRECEPTORA e A MORADORA DE WILDFILL HALL – entre outros – ambos retratando personagens femininas fortes e a trajetória de vida das três irmãs.
Elas são exemplo de grandes mulheres na literatura que merecem ser lidas e valorizadas. Precisamos conhecer suas lutas, seus esforços para serem reconhecidas como seres que pensam, que realizam, que merecem escrever suas próprias histórias e não apenas contá-las em um livro!

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