O futuro do futuro: novas energias alternativas

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Há poucos anos, a energia eólica e a solar só apareciam na mídia de ciência, tecnologia, educação e mesmo de ficção científica. Por outro lado, a energia de biomassa era ainda associada à visão de fogões a lenha e dos patéticos veículos movidos a gasogênio. Hoje, estas três maneiras de produzir energia ocupam cada vez mais espaço nas páginas de economia e investimentos porque tornaram-se realidades entusiasmantes. Provocam grandes entusiasmos do público, tiram cada vez mais espaços das pautas que tratam de petróleo, gás e carvão e também estimulam análises de riscos e dos problemas que poderão surgir, com a sua disseminação.
As energias solar, eólica e de biomassa têm suas limitações de sazonalidade, intermitência e dependência de fatores climáticos e geográficos e a sua prática em grande escala não parece ser muito provável em uma grande cidade com baixo nível de insolação. Por outro lado, é muito desejável gerar energia dentro de uma grande cidade – onde estão os consumidores. Isto reduz os gastos de transporte de energia e as próprias perdas da energia gasta nesse transporte.
Como fazer isso? Como em qualquer outro problema tecnológico, é necessário pensar, analisar, pesquisar, decidir, engenheirar e investir o suficiente para que todas essas etapas sejam executadas com competência e responsabilidade.
No caso da energia solar, o processo já está ocorrendo. Muitos consumidores de eletricidade estão se tornando produtores de eletricidade urbana: instalam painéis fotovoltaicos que geram eletricidade mais que suficiente para o seu consumo, utilizando os excedentes de várias formas. Onde a legislação e a empresa distribuidora permitem, simplesmente vendem seus excedentes para a própria distribuidora. Em outros casos, assumem contas de luz de outras casas, pagando-as com a energia que geram. Qualquer governo minimamente inteligente deveria estimular essa forma de produção de eletricidade, pois é uma forma de atrair um número enorme de pequenos e micro-investidores para financiar o aumento da produção energética distribuída. O recente e trágico episódio do apagão no Amapá teria certamente tido consequências muito menores se o sol amazônico estivesse sendo aproveitado para gerar eletricidade junto aos próprios consumidore.

Geradores oceânicos

https://en.wikipedia.org/wiki/List_of_wave_power_stations

Energia de esgoto e lixo

https://casacor.abril.com.br/noticias/parana-sera-1a-usina-do-brasil-a-gerar-energia-atraves-de-esgoto-e-lixo/

Osmoticos
https://www.dutchwatersector.com/news/dutch-king-opens-worlds-first-red-power-plant-driven-on-fresh-salt-water-mixing

https://www.bbc.com/future/article/20150610-blue-energy-how-mixing-water-can-create-electricity
https://www.nature.com/articles/s41598-019-53417-6

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