O ator e o amor.

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Participando da missa deste domingo, 25 de outubro, me fez refletir sobra a mensagem que sustentou a Homilia, que em síntese nos diz “Vivamos o amor de Deus em nossa vida.” Essa ideia está consagrada no primeiro e segundo mandamentos das Leis de Deus, que são claros, mas nem sempre observados pela humanidade.

Esse amor incondicional e de forma intangível, como uma entrega total, pode analogamente ser comparado à relação do Ator e seus personagens.

 Em um texto de Plínio Marcos, em exaltação ao Ator, enumera várias características que fazem que ele, o Plínio, ame o Ator. Diz ele: “O Ator, para ser um Ator de verdade, vai ter que fazer mil e uma renúncias, mil e um sacrifícios. É preciso que tenha muita coragem, muita humildade, e sobretudo um transbordamento de amor fraterno para abdicar da própria personalidade em favor da personalidade de seus personagens, com a única finalidade de fazer a sociedade entender que o ser humano não tem instintos e sensibilidades padronizados, como os hipócritas com seus códigos de ética pretendem.

” Ressalta ainda que o Ator “se empresta inteiro para expor à plateia os aleijões da alma humana, com a única finalidade de que seu público se compreenda, se fortaleça e caminhe no rumo de um mundo melhor, que tem que ser construído pela harmonia e pelo amor.

” Por essas e tantas outras características que Plínio Marcos declara o seu amor pelo Ator e finaliza a sua homenagem dizendo que “é por eles – os Atores – que o teatro é eterno e que jamais será superado por qualquer arte que tenha que se valer da técnica mecânica.”

Sejamos nós mesmos Atores no palco da vida.

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