Quanto vale o seu trabalho?

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Algumas vezes passei por esse dilema.

Tendo um trabalho a fazer não saber quanto cobrar por ele.

Quanto vale o meu trabalho?

Se for fácil fazer, cobro pouco? Se for difícil, cobro muito?

Mas, fácil e difícil para quem, cara pálida?               (imagem cedida por dreamstime.com)

Fosse fácil para o cliente, ele mesmo faria.

Se cobrar além do que o cliente pode pagar, nada feito.

Qual é a razão entre o “seu custo e esforço” e a “necessidade” do cliente?

Trabalhei para uma empresa que, por sorte ou talento de seus proprietários, ganhava rios de dinheiro.

Eu havia criado um sistema altamente lucrativo para eles. Eles repassavam para os clientes deles que pagavam satisfeitos. E eu também recebia, e satisfeito.

Há uma frase do musical Evita que diz:

 “and the money keep rolling in, from every side, and you don´t ask how”.

Quando o dinheiro entra você nunca pergunta por quê.

Assim era e assim sempre será.

Um certo dia pediram-me um trabalho novo e, é claro, um orçamento.

Pensei no trabalho, esbocei o quanto me custaria fazer e não tive coragem de mandar o orçamento.

Ficava uma fortuna.

Um belo dia me ligaram, bravos, querendo saber por que eu não mandava nunca o tal orçamento.

Eu fui entregar pessoalmente, morrendo de vergonha.

Eles olharam o valor, disseram: “Ótimo. Pode começar a fazer”

Eu, incrédulo, perguntei: Não está caro?

Responderam: Fosse vinte vezes mais caro ainda estaria barato.

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