Cem anos de solidão

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Quem gosta de Gabriel Garcia Marquez? Um dos meus autores favoritos.
Colombiano, Prêmio Nobel e autor do livro que eu considero o mais surreal que já li: Cem anos de Solidão, justamente o título que lhe deu o tão cobiçado prêmio da academia sueca.


Apesar de ser uma Obra das mais lidas, traduzidas e comentadas do mundo, ler Cem anos… é uma tarefa que requer certa disciplina, atenção, uma mente muito aberta e uma alma muito disponível para o fantástico, o mágico, o surpreendente…


Se você se animou a penetrar neste universo fascinante de Marquez, através desse livro publicado em 1967, porém com uma contemporaneidade absurda; sugiro garimpar uma edição que já traz nas primeiras páginas a árvore genealógica da  família protagonista desta saga que atravessa diversas gerações. Os nomes próprios dos personagens se repetem; os casais, os amantes, seus filhos, parentes, se confundem, e  este recurso – uma verdadeira tábua de salvação do leitor – ajuda muito na compreensão.


No prefácio do livro Marquez diz: “Em cada linha que escrevo trato sempre, com maior ou menor fortuna, de invocar os espíritos esquivos da poesia, e trato de deixar em cada palavra o testemunho de minha devoção  pelas suas virtudes de adivinhação e  pela sua permanente vitória contra os surdos poderes da morte. Entendo que o prêmio que acabo de receber com toda humildade, é a consoladora revelação de que meu intento não foi em vão. É por isso que convido todos a brindar por aquilo que um grande poeta das nossa Américas, Luiz Cardoza Y Aragón, definiu como a única prova concreta da existência do homem: a poesia.”

É verdade, sua prosa soa como poesia a nossos ouvidos!

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